Rural work and health conditions of families in the landless workers movement - MST and temporary rural workers: the case of Unaí, MG

Autores

  • Fernando Ferreira Carneiro
  • Waltency Roque
  • André Campos Búrigo
  • Francisco Cecílio Viana
  • Valéria Andrade Bertolini
  • Anamaria Testa Tambellini

DOI:

https://doi.org/10.18569/tempus.v3i4.743

Resumo

famílias do MST e dos bóias-frias de Unaí-MG com enfoque nas relações de trabalho, produção, segurança alimentar, organização política, acesso aos serviços e políticas públicas. Foram coletados dados por meio de questionários aplicados a 202 famílias, e realizadas observação estruturada e discussões em grupo. Serão destacados também os resultados do processo de apresentação e discussão dos dados analisados para as comunidades pesquisadas. Os trabalhadores bóias-frias apresentaram um alto índice de insegurança alimentar (39,5%) e estavam mais expostos aos agrotóxicos se comparados aos assentados e acampados. A grande maioria das famílias de bóias frias gostaria de mudar de ocupação e entre o que havia de pior no trabalho estava a hora de acordar e o deslocamento. Mais da metade das famílias do assentamento conseguia viver apenas da produção do lote e entre as famílias acampadas 22,1% conseguiam retirar seu sustento do lote. As famílias do MST têm maior dificuldade de acesso ao SUS, porem o fato de ser Sem Terra, estar organizado, melhora as perspectivas de sua saúde em comparação com os bóias-frias. A modernização conservadora no campo brasileiro têm agravado as condições de vida e trabalho dos bóias-frias, enquanto que a Reforma Agrária tem possibilitado uma melhor condição de vida e de saúde para as famílias, quando comparadas nas áreas estudadas.

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Publicado

2010-11-14

Como Citar

Carneiro, F. F., Roque, W., Búrigo, A. C., Viana, F. C., Bertolini, V. A., & Tambellini, A. T. (2010). Rural work and health conditions of families in the landless workers movement - MST and temporary rural workers: the case of Unaí, MG. Tempus – Actas De Saúde Coletiva, 3(4), Pág. 38-52. https://doi.org/10.18569/tempus.v3i4.743

Edição

Seção

ARTIGOS ORIGINAIS

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