Educação e Saúde Indígena: preâmbulo a um futuro cidadão.

Autores

  • Edgar Merchan Hamann
  • Maria de Fátima Sousa

DOI:

https://doi.org/10.18569/tempus.v6i1.1089

Resumo

Os autores se referem à presença de estudantes indígenas nas universidades brasileiras, que constitui objeto de críticas e debates. Os indicadores de saúde das comunidades indígenas atestam as desvantagens e iniqüidades acumuladas após séculos de exclusão. Diante desse quadro, faz-se um contraste entre as estratégias possíveis de “perdão e esquecimento” ou de “justiça reparadora”. Da formulação de políticas de proteção e garantia de direitos à sua efetivação, há um percurso complexo e, por vezes, atribulado. Sempre haverá pressões e, ocasionalmente, abusos e distorções que são sempre habilmente aproveitados pelos inimigos da política pública e defensores do Estado mínimo. Os autores acreditam 1 PhD em Saúde Pública. Professor Adjunto. Departamento de Saúde Coletiva, Universidade de Brasília. 2 PhD em Ciências da Saúde. Professora Adjunta. Departamento de Saúde Coletiva; Coordenadora do Núcleo de Estudos em saúde Pública (NESP) / Centro de Estudos Avançados Multidisciplinares (CEAM), Universidade de Brasília. que devem ser fomentados e criados espaços de diálogo para a realização de debates que contribuam a superar as grandes dicotomias e tensões dialéticas entre: aculturação versus preservação; a etnologia tradicional versus antropologia na multiculturalidade; etnopolítica versus resistência étnica; reconhecimento versus reificação excludente; identidade hegemônica de nação versus identidades coletivas particulares, dentre outros.

Publicado

2012-03-30

Como Citar

Hamann, E. M., & Sousa, M. de F. (2012). Educação e Saúde Indígena: preâmbulo a um futuro cidadão. Tempus – Actas De Saúde Coletiva, 6(1), pag. 11-15. https://doi.org/10.18569/tempus.v6i1.1089

Edição

Seção

ARTIGOS ORIGINAIS

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