Resumo
Introdução: Está ocorrendo uma constante progressão na atenção à saúde, em destaque, nas redes de APS, visando a melhoria na captação de usuários e efetividade dos serviços prestados. Esse relato busca descrever a vivência de profissionais e acadêmicos no monitoramento dos indicadores relacionados ao Pré-natal e o seu impacto na qualidade dos serviços em saúde. Método: Trata-se de um relato de experiência do tipo descritivo, ocorrido no município de Marabá, no sudeste do Pará, em uma Unidade de Saúde da Família, no período de janeiro a dezembro do ano de 2023. Resultados: A partir dos resultados do primeiro quadrimestre do ano de 2023, onde pode-se avaliar que apenas o indicador 2 alcançou mais do que a meta estipulada e os outros dois indicadores permaneceram fora da meta, buscou-se estratégias que levassem o rendimento, no intuito de promover uma cobertura efetiva dos serviços da APS. É notório a evolução dos indicadores relacionados à gestante no ano em questão, no primeiro quadrimestre o indicador 1 teve um acréscimo de 8% durante o ano, exames de sífilis e HIV, indicador 2, cresceu 5% e por fim, indicador 3 com aumento de 12%. Considerações Finais: Reconhecer que os esforços da equipe e gestão estão sendo eficientes, para melhora do desempenho no serviço de saúde através do monitoramento do grupo, bem como está promovendo uma cobertura efetiva da APS na melhora da qualidade da assistência, com foco nas ações desenvolvidas para atender as necessidades de saúde dessas pessoas.
Referências
1. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Estratégia Saúde da Família [Internet]. Brasil: Ministério da Saúde; [data
de acesso: 14 de Julho de 2024]. Disponível em:
https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saps/estrategia-saude-da-familia
2. MOIMAZ, S.A.S.; RAMIREZ, G.T.V.; SALIBA, N.A.; SALIBA, T.A. Cuidados à saúde da gestante
no âmbito da Atenção Primária. Saúde e Desenvolvimento Humano, 2020 [consulta 14 de julho de
2024]; v. 8, n. 3, p. 123-132.Disponível em:
https://revistas.unilasalle.edu.br/index.php/saude_desenvolvimento/article/view/6713
3. FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ. SUS [Internet]. Brasil. [data de acesso: 14 de Julho de 2024].
Disponível em: https://pensesus.fiocruz.br/sus
4. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Sistema Único de Saúde [Internet]. Brasil: Ministério da Saúde. [data de
acesso: 14 de Julho de 2024]. Disponível em:
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/s/sus
5. OPAS/OMS | Organização Pan-Americana da Saúde [Internet]. www.paho.org. 2023 [data de acesso
15 de julho de 2024]. Disponível em:
https://www.paho.org/pt/topicos/atencao-primaria-saude#:~:text=No%20caso%20do%20Brasil%2C%2
0o
6. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Previne Brasil [Internet]. [data de acesso em 15 de julho de 2024].
Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saps/previne-brasil
MODELO DE FINANCIAMENTO DESCONTINUADO EM 2024.
7. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Previne Brasil: 40 municípios recebem a nota máxima em indicadores
de desempenho [Internet]. [data de acesso em 15 de julho de 2024]. Disponível
em:https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2022/dezembro/previne-brasil-40-municipios-rece
bem-a-nota-maxima-em-indicadores-de-desempenho
8. ALVES, B.O.M. Importância do pré-natal | Biblioteca Virtual em Saúde MS [Internet]. [data de
acesso 15 de julho de 2024]. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/importancia-do-pre-natal/
9. IBGE – INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Censo demográfico 2022.
População e domicílios: Primeiros resultados. Rio de Janeiro: IBGE, 2023. Disponível em:
https://biblioteca.ibge.gov.br/index.php/bibliotecacatalogo?view=detalhes&id=2102011
10. VALÉRIO, P.C. DE A.; OLIVEIRA, V.R. de. Papel do enfermeiro no acompanhamento pré-natal na
estratégia de saúde da família. Cad. da Esc. de Saúde, Curitiba, V.22 N.2:12-22. Doi:
10.25192/issn.1984-7041.v22i26879
11. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica.
Atenção ao pré-natal de baixo risco. Brasília: Editora do Ministério da Saúde, 2012. Disponível em:
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/cadernos_atencao_basica_32_prenatal.pdf
12. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Guia
prático do agente comunitário de saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2009. Disponível em:
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_pratico_agente_comunitario_saude.pdf
13. AQUINO, Marina Garcia Cardoso de. O Agente Comunitário de Saúde na atenção à gestante e à
puérpera: repercussões e uma estratégia de Educação Permanente. Dissertação (mestrado profissional).
Universidade Federal da Bahia, 2014. Disponível em:
https://repositorio.ufba.br/bitstream/ri/17391/1/Diss%20MP%20Marina%20Garcia%20C.%20Aquino.
%202014.pdf

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Copyright (c) 2026 Tempus – Actas de Saúde Coletiva