Educação permanente com agentes comunitários de saúde
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Palavras-chave

Agente Comunitário de Saúde
Educação Permanente
Saúde Coletiva
Relações Comunidade-Instituição
Atenção Primária à Saúde

Como Citar

da Silva Lima, N., Andrade Felipe, D., Laerton Santos da Silva, J., de Santana Mendes, R., & Sousa, F. (2023). Educação permanente com agentes comunitários de saúde: relato de um curso de extensão universitária em Pernambuco. Tempus – Actas De Saúde Coletiva, 15(01), 305–324. Recuperado de https://tempus.unb.br/index.php/tempus/article/view/2942

Resumo

A Política Nacional da Atenção Básica (PNAB) caracteriza a Atenção Básica como: um conjunto de ações de saúde, no âmbito individual e coletivo, que abrange a promoção e proteção da saúde e a prevenção de agravos. Nessa perspectiva, os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) são integrantes das equipes de saúde da família (ESF) e desempenham papel estratégico no vínculo dessas equipes com a população do território onde atuam. Os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) são a maior categoria de profissionais da Atenção Básica chegando a mais de 250 mil no Brasil. As suas atribuições constroem-se, fundamentalmente, com base na política pública de saúde, a partir da definição das necessidades de atenção, das situações de risco e das atividades educativas. Pretende-se relatar a experiência de um curso de extensão para agentes comunitários de saúde do município de Limoeiro-PE. O referido curso foi realizado nos meses de junho a julho de 2019 por uma equipe de docentes, estudantes de saúde coletiva e residentes de um programa multiprofissional de saúde da família. O curso foi dividido em três módulos, com as seguintes temáticas: território e processo saúde-doença-cuidado; o trabalho do ACS; e o processo de trabalho na atenção básica. O reconhecimento do papel do ACS na construção do SUS e da atenção básica brasileira foi evidenciado ao longo dessa experiência de educação permanente em saúde e extensão universitária que também colaborou com a formação de bacharéis em saúde coletiva e residentes em saúde da família, ao aproximá-los da realidade do mundo do trabalho na atenção básica a partir do diálogo com os ACS.

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