QUEM SÃO OS NOVOS SANITARISTAS E QUAL SEU PAPEL?

Autores

  • Aline Patrícia dos Santos Bezerra
  • Bárbara Bulhões Lopes de Andrade
  • Bruno Santana Batista CONESC - Coordenação Nacional dos Estudantes de Saúde Coletiva
  • Camila Ramos Reis CONESC - Coordenação Nacional dos Estudantes de Saúde Coletiva
  • Carlos Guilherme Meister Arenhart CONESC - Coordenação Nacional dos Estudantes de Saúde Coletiva
  • Caroline Graça Parente CONESC - Coordenação Nacional dos Estudantes de Saúde Coletiva
  • Carolyne Cosme de Souza CONESC - Coordenação Nacional dos Estudantes de Saúde Coletiva
  • Douglas Ferreira Enedino Albino CONESC - Coordenação Nacional dos Estudantes de Saúde Coletiva
  • Guilherme Henrique Targino Menezes CONESC - Coordenação Nacional dos Estudantes de Saúde Coletiva
  • Indyara de Araújo Morais CONESC - Coordenação Nacional dos Estudantes de Saúde Coletiva
  • Janisléia Cavalcante Mota CONESC - Coordenação Nacional dos Estudantes de Saúde Coletiva
  • Juan Francisco Bacigalupo Araya CONESC - Coordenação Nacional dos Estudantes de Saúde Coletiva
  • Juliana Porto Guimarães CONESC - Coordenação Nacional dos Estudantes de Saúde Coletiva
  • Karina Cordeiro de Jesus CONESC - Coordenação Nacional dos Estudantes de Saúde Coletiva
  • Leidmar Martins CONESC - Coordenação Nacional dos Estudantes de Saúde Coletiva
  • Luan Cuiabano Arruda CONESC - Coordenação Nacional dos Estudantes de Saúde Coletiva
  • Mariana da Rosa Martins CONESC - Coordenação Nacional dos Estudantes de Saúde Coletiva
  • Mauricio Matheus de Melo Rosa CONESC - Coordenação Nacional dos Estudantes de Saúde Coletiva
  • Raylayne Ferreira Besa CONESC - Coordenação Nacional dos Estudantes de Saúde Coletiva
  • Vanessa Costa Fernandes Veiga CONESC - Coordenação Nacional dos Estudantes de Saúde Coletiva

DOI:

https://doi.org/10.18569/tempus.v7i3.1393

Resumo

Embora Sanitarista seja uma especialidade antiga no Brasil, a clássica formação de sanitarista responde apenas parcialmente aos novos desafios do processo de Reforma Sanitária Brasileira, em curso. A construção do SUS, a partir de 1993, passou a demandar inovações diversas (inclusive no âmbito técnico-organizativo e gerencial) e impôs a reconceituação das práticas da Saúde Pública institucionalizada, a reconfiguração dos processos de trabalho em saúde, do agente-sujeito e, por conseguinte, da formação dos profissionais que atuam neste campo. O presente artigo tem por objetivos apresentar uma revisão acerca do processo de “determinação social da saúde e da doença”, focalizando três modelos explicativos, e refletir sobre a relevância da formação do Sanitarista na graduação, explicando o porquê desse novo perfil profissional. A formação do Sanitarista em nível de graduação ainda é bastante recente e, por isso mesmo, desconhecida de grande parte do público em geral. Mesmo os demais profissionais de saúde têm dúvidas sobre quais papeis o bacharel em Saúde Coletiva pode desempenhar.

Biografia do Autor

Aline Patrícia dos Santos Bezerra

Profissional com formação superior em Enfermagem (Universidade Potiguar - 2010). Graduanda de Gestão de Sistemas e Serviços de Saúde (UFRN-2013). Pós-graduanda em Terapia Intensiva (Cenpex - Natal/RN). Educadora de aulas teóricas e práticas para Enfermagem. Bolsista de ações associadas do projeto Drogas: Informar para prevenir (CB-UFRN). Aptidão para linhas de pesquisa: Saúde Coletiva, Vigilância em Saúde, Redes de Atenção a Saúde, Atenção Básica, Gestão dos Sistemas e Serviços de Saúde. Como também temas correlatos à educação, didática e ensino.

Bárbara Bulhões Lopes de Andrade

Bacharel em Saúde Coletiva pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Obteve experiência profissional em estágio realizado no Serviço Social do Comércio - Promoção da Saúde - Unidade Ramos, na Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil do Rio de Janeiro - Vigilância em Saúde e em monitoria na Universidade Federal do Rio de Janeiro na área de Política, Planejamento, Gestão e Avaliação em Saúde. Além de participação em diversos eventos acadêmicos e da sociedade civil organizada.Tem experiência na área de Saúde Coletiva, com ênfase em Educação em Saúde, Vigilância Epidemiológica e Gestão e Avaliação em Saúde.

Bruno Santana Batista, CONESC - Coordenação Nacional dos Estudantes de Saúde Coletiva

Estudante de Saúde Coletiva da UFRJ, formação Sanitarista.

Camila Ramos Reis, CONESC - Coordenação Nacional dos Estudantes de Saúde Coletiva

Estudante de Saúde Coletiva da UFBA, formação Sanitarista.

Carlos Guilherme Meister Arenhart, CONESC - Coordenação Nacional dos Estudantes de Saúde Coletiva

É Sanitarista pela Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA).

Caroline Graça Parente, CONESC - Coordenação Nacional dos Estudantes de Saúde Coletiva

Sanitarista graduada em Saúde Coletiva pela Universidade Federal do Acre (2013), Especialista em Micropolítica da Gestão e Trabalho em Saúde pela Universidade Federal Fluminense, pós-graduanda na Especialização Tecnologias da Informação e Comunicação pela Universidade Federal do Acre.

Carolyne Cosme de Souza, CONESC - Coordenação Nacional dos Estudantes de Saúde Coletiva

Sanitarista, especialista em Atenção Básica e Educação em Saúde Coletiva pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), graduada em Saúde Coletiva pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Douglas Ferreira Enedino Albino, CONESC - Coordenação Nacional dos Estudantes de Saúde Coletiva

Graduado em Ciências Biológicas pela Universidade Potiguar e em Gestão de Sistemas e Serviços de Saúde pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte.Fomenta pesquisas abrangendo principalmente os seguintes temas: Gestão Interfederativda, Atenção Primária em Saúde e Vigilância em Saúde.

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Publicado

2013-11-02

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