Residências Integradas e Multiprofissionais e a Saúde Coletiva
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Como Citar

Maranhão, J. H., & Maria Melo Moreira, A. E. (2026). Residências Integradas e Multiprofissionais e a Saúde Coletiva: quais os possíveis diálogos?. Tempus – Actas De Saúde Coletiva, 19(1), 19–37. https://doi.org/10.18569/tempus.v14i4.2809

Resumo

Este artigo analisa a formação em saúde a partir de um programa de residência integrada em saúde em âmbito hospitalar, na ênfase pediatria. O objetivo foi analisar a possibilidade de diálogo entre as Residências Integradas e Multiprofissionais e a Saúde Coletiva. Os objetivos específicos foram: (a) compreender o processo de diálogo entre o componente hospitalar da Residência Integrada em Saúde da Escola de Saúde Pública do Ceará e os pressupostos da saúde coletiva, por meio do currículo integrado desse programa; (b) entender os itinerários pedagógicos dos residentes no campo da saúde coletiva; e (c) compreender a dimensão política para a formação dos residentes no campo da saúde coletiva. Esta pesquisa tem enfoque qualitativo. O processo de coleta de dados ocorreu através da busca do acervo de documentos político-pedagógicos da Residência Integrada em Saúde e entrevistas semiestruturadas a atores-chave, quais sejam: coordenadores, tutores, preceptores e residentes. O tratamento e a análise dos dados advindos dos documentos e entrevistas ocorreu através do método de Análise de Conteúdo. Foram seguidas todas as orientações das resoluções de ética de pesquisa com seres humanos, com aprovação do comitê de ética em pesquisa. Entende-se que os programas de residência multiprofissional colaboram para o fortalecimento da articulação entre a teoria e a prática no trabalho em saúde, proporcionando uma formação crítica e inventiva, além de contribuírem para a construção de práticas em saúde que considerem a determinação da vida e a participação popular no processo saúde-doença e no autocuidado de cada sujeito.

https://doi.org/10.18569/tempus.v14i4.2809
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