Como gostaria de ser cuidado na velhice? Opiniões dos Conselheiros Municipais de Saúde da Região Metropolitana de São Paulo.

Autores

  • Ruth Gelehrter da Costa Gelehrter da Costa Lopes Coordenação Editorial - Editora Executiva - Editora Associada Tecnologia da Informação, Educação e Comunicação em Saúde - Universidade de Brasília - Núcleo de Estudos de Saúde Publica
  • Bernadete Oliveira Oliveira
  • Maria Helena Villas Boas Concone
  • Beltrina Côrte Côrte
  • Vicente Paulo Alves Alves
  • Otavio Nobrega Nobrega

DOI:

https://doi.org/10.18569/tempus.v8i3.1567

Resumo

Sabendo-se que a participação da comunidade contribui em nível local para a formulação de estratégias e controle da execução das políticas de saúde, o objetivo deste estudo consistiu em apresentar as opiniões de Conselheiros atuantes na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) sobre como gostariam de ser cuidados em 2030, marco temporal em alusão à própria velhice. Adotamos o método descritivo para interpretação de entrevistas semiestruturadas conduzidas com 39 sujeitos voluntários. Além de revelar o perfil sociodemográfico do Conselheiro de Saúde da RMSP, identificou-se que os entrevistados adotaram, de forma não diretiva, três outras categorias significativas em suas falas além do ‘como ser cuidado’, a saber: ‘por quem’, ‘onde’ e ‘quando’. As opiniões colhidas refletem uma carga de idealização e contraste com o cuidado que se entende ser direcionado pelo SUS ao idoso na atualidade.

Biografia do Autor

Ruth Gelehrter da Costa Gelehrter da Costa Lopes, Coordenação Editorial - Editora Executiva - Editora Associada Tecnologia da Informação, Educação e Comunicação em Saúde - Universidade de Brasília - Núcleo de Estudos de Saúde Publica

Professora adjunta do Departamento de Saúde Coletiva, da Universidade de Brasília (UnB). Possui doutorado em Ciência da Informação pela UnB, mestrado em Comunicação e Cultura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, especialização em Administração da Comunicação Empresarial e graduação em Jornalismo e Relações Públicas. Atualmente é coordenadora do Centro de Tecnologias Educacionais Interativas em Saúde, da Faculdade de Ciências da Saúde (CENTEIAS/FS) e pesquisadora colaboradora do Núcleo de Estudos em Saúde Pública da UnB (NESP/CEAM/UnB), onde coordena a Unidade de Tecnologias da Informação e Comunicação em Saúde. Líder do Grupo de Estudos e Pesquisas em Informação em Comunicação em Saúde Coletiva (CNPq-Brasil). Foi consultora em projetos de inclusão digital para o Ministério das Comunicações. Tem experiência nas áreas das Ciências da Informação e da Comunicação com ênfase em Comunicação da Informação, atuando principalmente nos seguintes temas: informação e comunicação em saude, tecnologias da informação e comunicação em saúde, inclusão digital, alfabetização em informação e em comunicação, redes sociais e ensino a distância.

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Publicado

2014-12-24

Edição

Seção

ARTIGOS ORIGINAIS