Comunicação em saúde relacionada à funcionalidade dos idosos.

Autores

  • Ryvia Rose Ferraz Ferraz Bezerra Coordenação Editorial - Editora Executiva - Editora Associada Tecnologia da Informação, Educação e Comunicação em Saúde - Universidade de Brasília - Núcleo de Estudos de Saúde Publica
  • Carmem Lúcia Goulart Goulart Ribeiro
  • Monica Reboucas Reboucas

DOI:

https://doi.org/10.18569/tempus.v8i3.1562

Resumo

O estudo apresenta a discussão de pesquisadores que questionaram seu próprio saber ao tempo em que investigaram publicações o que permitiu redefinir categorias e conceitos relativos ao estado funcional dos idosos. Parte-se do marco teórico indicado na CIF-OMS e apreende-se forma de referir-se as pessoas mais velhas. A revisão narrativa da literatura e um grupo focal resultaram em: Síntese de conteúdo – Segundo a CIF, a funcionalidade compõe-se do “Corpo” (subdividido em “Estrutura e Função”); das “Atividades e Participação” as quais o “Corpo” realiza alem dos Fatores Contextuais, ou “Fatores Ambientais”, que são circunstâncias em que o “Corpo” realiza “Atividades e Participação” constituídas de ambiente físico, social e atitudinal onde pessoas vivem. Ficha síntese – partindo da síntese de conteúdo foi criada ficha visando à troca de informação sobre funcionalidades dos idosos por meio de uniformização de conceitos propostos por órgão internacional. Então, o estudo apresentou termos que facilitaram a comunicação em saúde ampliando o intercambio de ideias e compreensão sobre a capacidade funcional dos idosos.

Biografia do Autor

Carmem Lúcia Goulart Goulart Ribeiro

possui graduação em Fisioterapia pela Universidade Paulista (2006).

Monica Reboucas Reboucas

graduada em Medicina pela Universidade Federal da Bahia (1981), especialista em Geriatria e Gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (1986), Psicanalista pelo Círculo Psicanalítico da Bahia (2002), Mestra em Gerontologia pela Universidade Católica de Brasília (2006) e Doutora pelo Programa de Saúde Coletiva do Departamento de Medicina Preventiva da Universidade Federal de São Paulo (2012).

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Publicado

2014-12-24

Edição

Seção

ARTIGOS ORIGINAIS