Práticas de pulverização entre os produtores de batata, conhecimentos e crenças sobre pesticidas e saúde

Autores

  • John Alexander Benavides Piracón Médico Cirujano, Magister en Salud y Seguridad en el Trabajo. Docente e investigador asociado Universidad EAN. E-mail: johnbena1@gmail.com
  • María Amparo Lozada Enfermera, Especialista en Salud Ocupacional, Magister en Salud Ocupacional. Docente asociado Universidad Nacional de Colombia. E-mail: profelosada@gmail.com

DOI:

https://doi.org/10.18569/tempus.v8i2.1514

Resumo

Hoje, o cultivo da batata, na cidade de Villapinzón, localizada na região andina da Colômbia, se desenvolve como “monocultivos agroindustriais” de diferentes tamanhos, esta prática tem gerado um desequilíbrio dos ecossistemas agrícolas, que suportam o crescimento das “pragas” que impactam na produtividade e exigências impostas pelo mercado para os produtores. Como única solução técnica as instituições que incentivam este tipo de agricultura oferecem o uso de pesticidas provocando sérios impactos sobre a saúde dos agricultores coletivos e o meio ambiente. Esse artigo apresenta os resultados da fase da pesquisa qualitativa do projeto “A exposição ao mancozeb e os efeitos na saúde de produtores de batata Villapinzón”, buscou-se problematizar a partir da articulação do conhecimento popular e científicos sobre os significados dos agricultores em relação com os conhecimentos, crenças e estilos de vida, a fim de identificar condições que determinam a relação entre o trabalho rural e exposição a pesticidas. Como um dos principais resultados foi analisar como os modelos hegemônicos de desenvolvimento rural na Colômbia gerou uma identidade cultural particular do grupo de produtores de batata, a criação de estilos de vida para a lógica do mercado e uso intensivo de produção com agrotóxico.

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Publicado

2014-06-28