Movimentos populares em saúde e a reforma sanitária brasileira: saúde e subversão na Paraíba nos anos 70 e 80

Autores

  • Isabelle Maria Mendes Araújo Universidade Federal do Rio Grande do Norte
  • Dmitri Felix Nascimento Universidade de Lisboa, UL, Portugal.

DOI:

https://doi.org/10.18569/tempus.v8i2.1510

Resumo

Em um período de intensas mudanças na conjuntura político-social-econômica do Brasil na década de 70 e 80, o palco da saúde configura-se um espaço de organização de intelectuais, trabalhadores, movimentos populares em saúde para a construção da (além da) Reforma Sanitária. O presente artigo observa esse contexto político no estado da Paraíba, compreendendo as mobilizações populares em saúde, a sua relação com as Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) e o primeiro centro de direitos humanos do estado. Para tal, foi utilizado o método da História Oral, enfocando a narração e a memória subversiva, a partir de entrevista às pessoas que foram sujeitos-participantes dessas mobilizações. Assim, reconstruímos experiências de resistência popular em torno da saúde no país e na Paraíba, dialogando-as com a questão da Reforma Sanitária e suas contribuições na ressignificação da mudança social.

Biografia do Autor

Isabelle Maria Mendes Araújo, Universidade Federal do Rio Grande do Norte

Graduação em Fisioterapia pela Universidade Federal da Paraíba, Mestre em Saúde Coletiva pela Universidade Federal de Pernambuco. Doutoranda em Saúde Coletiva pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

Dmitri Felix Nascimento, Universidade de Lisboa, UL, Portugal.

Doutorando (2013-) em Política Comparada e Relações Internacionais pelo Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa. Bolsista CAPES

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Publicado

2014-06-28