Graduandos em saúde coletiva Brasil: perspectivas, opiniões e críticas sobre os cursos

Autores

  • João Roberto Cavalcante Sampaio Coordenação Editorial - Editora Executiva - Editora Associada Tecnologia da Informação, Educação e Comunicação em Saúde - Universidade de Brasília - Núcleo de Estudos de Saúde Publica
  • Renan Duarte dos Santos Santos

DOI:

https://doi.org/10.18569/tempus.v7i3.1395

Resumo

Introdução: O presente artigo problematiza a graduação em saúde coletiva pela visão dos futuros sanitaristas. Este estudo objetivou abordar as percepções dos alunos dos cursos de Graduação em Saúde Coletiva do Brasil, tendo como foco principal suas perspectivas, opiniões e críticas aos respectivos cursos. Metodologia: Uma pesquisa descritiva, de abordagem qualitativa, junto a amostra de acadêmicos de saúde coletiva de todos os cursos do Brasil que participaram do Primeiro Encontro Nacional dos Estudantes de Saúde Coletiva (ENESC) em abril de 2011, no Rio de Janeiro. Realizadas entrevistas individuais com roteiro (semiestruturadas) que foram gravadas em vídeo e editadas utilizando a análise temática proposta por Bardin . Resultados: O Sistema único de saúde, depois de 20 anos ganhou um profissional de saúde capacitado para geri-lo. Os resultados da pesquisa também expressaram as angustia dos discentes sob a forma de dúvida quanto ao mercado de trabalho para o sanitarista graduado, demonstrando haver, entretanto, a orientação ora para postura mais integrada às políticas públicas, ora para a consolidação ideológica da reforma sanitária. Conclusão: Os futuros Sanitaristas da graduação em Saúde Coletiva do país têm para si que o curso é inovador e que produzirá profissionais com um novo olhar para a sociedade e para suas questões e demandas de saúde.

Biografia do Autor

João Roberto Cavalcante Sampaio, Coordenação Editorial - Editora Executiva - Editora Associada Tecnologia da Informação, Educação e Comunicação em Saúde - Universidade de Brasília - Núcleo de Estudos de Saúde Publica

Professora adjunta do Departamento de Saúde Coletiva, da Universidade de Brasília (UnB). Possui doutorado em Ciência da Informação pela UnB, mestrado em Comunicação e Cultura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, especialização em Administração da Comunicação Empresarial e graduação em Jornalismo e Relações Públicas. Atualmente é coordenadora do Centro de Tecnologias Educacionais Interativas em Saúde, da Faculdade de Ciências da Saúde (CENTEIAS/FS) e pesquisadora colaboradora do Núcleo de Estudos em Saúde Pública da UnB (NESP/CEAM/UnB), onde coordena a Unidade de Tecnologias da Informação e Comunicação em Saúde. Líder do Grupo de Estudos e Pesquisas em Informação em Comunicação em Saúde Coletiva (CNPq-Brasil). Foi consultora em projetos de inclusão digital para o Ministério das Comunicações. Tem experiência nas áreas das Ciências da Informação e da Comunicação com ênfase em Comunicação da Informação, atuando principalmente nos seguintes temas: informação e comunicação em saude, tecnologias da informação e comunicação em saúde, inclusão digital, alfabetização em informação e em comunicação, redes sociais e ensino a distância.

Downloads

Publicado

2013-11-02