O que se pode alcançar com a Graduação em Saúde Coletiva no Brasil?

Autores

  • Eduardo Mota Mota Coordenação Editorial - Editora Executiva - Editora Associada Tecnologia da Informação, Educação e Comunicação em Saúde - Universidade de Brasília - Núcleo de Estudos de Saúde Publica
  • Liliana Santos Santos

DOI:

https://doi.org/10.18569/tempus.v7i3.1391

Resumo

Coletiva: conquistas e passos para além do sanitarismo é denso e rico em questões para pensarmos sobre o que se deseja e o que se pode alcançar com a formação de profissionais nos cursos de Graduação em Saúde Coletiva (GSC) em nosso país. Em 2003, o Relatório da Oficina “Perspectivas de Implantação” desses Cursos no VII Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva da ABRASCO apresentou três motivos para instituí-los: 1) a necessidade de avançar mais rapidamente na reorientação do modelo de atenção à saúde dominante; 2) o menor impacto potencial da pós-graduação em relação a graduação em vista do custo e benefícios possíveis e, 3) o prolongado tempo de formação de sanitaristas que dependia da graduação em outros cursos e da pósgraduação. Hoje, como naquela época, persiste a crença de que a formação profissional é fator de promoção de mudanças sociais e no sistema de saúde, o que aponta para a necessidade tanto da existência desses cursos quanto de reflexões mais apuradas sobre a temática. E para isto o texto em debate é igualmente doutrinário e desafiador sobre os passos possíveis do futuro.

Biografia do Autor

Eduardo Mota Mota, Coordenação Editorial - Editora Executiva - Editora Associada Tecnologia da Informação, Educação e Comunicação em Saúde - Universidade de Brasília - Núcleo de Estudos de Saúde Publica

Professora adjunta do Departamento de Saúde Coletiva, da Universidade de Brasília (UnB). Possui doutorado em Ciência da Informação pela UnB, mestrado em Comunicação e Cultura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, especialização em Administração da Comunicação Empresarial e graduação em Jornalismo e Relações Públicas. Atualmente é coordenadora do Centro de Tecnologias Educacionais Interativas em Saúde, da Faculdade de Ciências da Saúde (CENTEIAS/FS) e pesquisadora colaboradora do Núcleo de Estudos em Saúde Pública da UnB (NESP/CEAM/UnB), onde coordena a Unidade de Tecnologias da Informação e Comunicação em Saúde. Líder do Grupo de Estudos e Pesquisas em Informação em Comunicação em Saúde Coletiva (CNPq-Brasil). Foi consultora em projetos de inclusão digital para o Ministério das Comunicações. Tem experiência nas áreas das Ciências da Informação e da Comunicação com ênfase em Comunicação da Informação, atuando principalmente nos seguintes temas: informação e comunicação em saude, tecnologias da informação e comunicação em saúde, inclusão digital, alfabetização em informação e em comunicação, redes sociais e ensino a distância.

Downloads

Publicado

2013-11-02