Desafios da Cooperação Internacional Sul-Sul: Brasil e Venezuela, um processo horizontal, sustentável e estruturante

Autores

  • Érica Kastrup Kastrup Universidade de Brasilia Núcleo de Estudos de Saúde Publica
  • Luisa Regina Pessôa Pessôa

Resumo

O tema deste artigo é a cooperação internacional em saúde entre o Brasil e a Venezuela, com foco na estruturação de uma Escola de Governo e de uma Rede Colaborativa de Instituições Formadoras no âmbito da Saúde, com vistas à formação de trabalhadores. Abordaremos o tema por meio da experiência desenvolvida entre a Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca/Fiocruz (ENSP) e o Instituto de Altos Estudos em Saúde Doutor Arnoldo Gabaldón da Venezuela (IAE). Encontrar um formato horizontal e colaborativo para os processos de cooperação internacional no Eixo Sul-Sul, se constitui em um Grande desafio para os países da UNASUL. Ao longos dos anos, temos convividos com experiências de cooperação internacional do Eixo Norte-Sul, onde a relação dominante se mostrou vertical e unilateral. Nos últimos 5 anos, a presença do Brasil tem se mostrado cada vez mais forte na cooperação internacional do eixo Sul-Sul e é importante que se possa avaliar estas iniciativas, tendo como categorias principais de análise: a relevância, a horizontalidade e o caracter sustentável e estruturante da cooperação, na qual ambos os países ganhem com o processo

Biografia do Autor

Érica Kastrup Kastrup, Universidade de Brasilia Núcleo de Estudos de Saúde Publica

Professora adjunta do Departamento de Saúde Coletiva, da Universidade de Brasília (UnB). Possui doutorado em Ciência da Informação pela UnB, mestrado em Comunicação e Cultura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, especialização em Administração da Comunicação Empresarial e graduação em Jornalismo e Relações Públicas. Atualmente é coordenadora do Centro de Tecnologias Educacionais Interativas em Saúde, da Faculdade de Ciências da Saúde (CENTEIAS/FS) e pesquisadora colaboradora do Núcleo de Estudos em Saúde Pública da UnB (NESP/CEAM/UnB), onde coordena a Unidade de Tecnologias da Informação e Comunicação em Saúde. Líder do Grupo de Estudos e Pesquisas em Informação em Comunicação em Saúde Coletiva (CNPq-Brasil). Foi consultora em projetos de inclusão digital para o Ministério das Comunicações. Tem experiência nas áreas das Ciências da Informação e da Comunicação com ênfase em Comunicação da Informação, atuando principalmente nos seguintes temas: informação e comunicação em saude, tecnologias da informação e comunicação em saúde, inclusão digital, alfabetização em informação e em comunicação, redes sociais e ensino a distância.

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Publicado

2012-12-31

Edição

Seção

ARTIGOS ORIGINAIS