Tempus – Actas de Saúde Coletiva //tempus.unb.br/index.php/tempus <p><strong>Tempus – Actas de Saúde Coletiva</strong></p> <p><strong>ISSN 1982-8829</strong></p> pt-BR <p>A <strong>Tempus</strong> garante critérios rigorosos, por meio de avaliação sistemática. Os autores se responsabilizam pela veracidade e ineditismo do trabalho cabendo a eles a cessão de direitos de publicação à revista. A confiabilidade dos conteúdos e a marca própria de apresentação tem como objetivo uma comunicação personalizada, adaptada aos padrões da revista, na medida em que adota critérios de excelência exigidos por seus usuários e especialistas, considerando os rigores da comunicação científica. Os autores devem especificar sua contribuição individual na concepção, delineamento, execução do trabalho, análise ou interpretação dos dados, redação e aprovação final do manuscrito. Incluir Fontes de financiamento e de apoio logístico das pesquisas. Ao final da submissão do artigo, os autores devem enviar uma declaração de cessão de direitos de publicação à Revista TEMPUS , assinada e no formato PDF (Portable Document Format ): <a href="http://nesp.unb.br/images/M_images/modeloderesponsabilidade.pdf" target="_blank" rel="noopener"> Modelo da declaração de cessão de direitos.</a></p> elmirasimeao@gmail.com (Profa. Dra. Elmira Simeão) revistatempusactas@gmail.com (Equipe técnica) Seg, 31 Mai 2021 14:09:57 +0000 OJS 3.2.1.0 http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss 60 Perfil sociodemográfico e educacional dos gestores e trabalhadores da rede de atenção psicossocial no município de Mossoró – RN //tempus.unb.br/index.php/tempus/article/view/3072 <p>Objetivo: Caracterizar o perfil sociodemográfico e educacional dos gestores e trabalhadores de saúde, que atuam nos serviços vinculados a Rede de Atenção psicossocial, do município de Mossoró, Rio grande do Norte. Metodologia: Trata-se de um estudo descritivo de abordagem qualitativa. Os locais de pesquisa foram Unidades Básicas de Saúde da Família, Centros de Atenção Psicossocial, Unidade de Pronto Atendimento, Consultório de Rua, Hospital Psiquiátrico e Hospital Geral, realizada no município de Mossoró. Os dados foram coletados através de entrevista semiestruturada e submetidos à análise de conteúdo. Resultados: Os resultados indicam um maior número de mulheres, entre enfermeiras e psicólogas, ocupando cargos na gestão em saúde. Predomínio da faixa etária de 30 a 39 anos para gestores e profissionais. Os gestores estão a um curto período de atuação, Já os profissionais atuam há mais tempo nos serviços. Os gestores e profissionais, que são psicólogos, possuem cursos de pós-graduação e atualizações na área de saúde mental, os demais participantes, encontrou-se um baixo percentual entre os que já participaram de algum tipo de aperfeiçoamento para saúde mental. Considerações finais: Diante do cenário da atenção à saúde mental, considera-se necessário que profissionais e gestores estejam preparados para conduzir os serviços e os processos de trabalho com vistas a potencializar ações de desinstitucionalização e as contribuições da reforma psiquiátrica.</p> <p><strong>Palavras-Chave:</strong> Saúde mental; Serviços de saúde mental; Avaliação em saúde; Interdisciplinaridade.</p> KÍSIA MELO, João Mário Pessoa Júnior Copyright (c) //tempus.unb.br/index.php/tempus/article/view/3072 Prevalência de interações medicamentosas e tentativa de suicídio: um estudo observacional //tempus.unb.br/index.php/tempus/article/view/3071 <p>Os transtornos mentais afetam o indivíduo de forma psicológica, social e biológica com mecanismos fisiopatológicos ainda desconhecidos. Normalmente o tratamento inclui: apoio familiar, assistência multiprofissional com psicoterapia, participação de grupos inclusivos nos Centros de Atenção Psicossocial e tratamento farmacológico. Os principais transtornos mentais graves acolhidos no CAPS são: esquizofrenia (EZ), transtorno depressivo maior (TDM) e transtorno bipolar (TB). O objetivo do trabalho foi analisar as interações medicamentosas encontradas no tratamento de pacientes com EZ, TDM e TB, a fim de verificar se havia interações medicamentosas graves, bem como a prevalência de tentativas de suicídio nesses transtornos. Essa abordagem é fundamental para traçar estratégias terapêuticas mais adequadas para &nbsp;&nbsp;&nbsp;esses pacientes, além de proteger a vida dos mesmos. Este é um estudo epidemiológico com delineamento transversal e observacional com coleta de dados em banco secundário. A coleta de dados foi proveniente do CAPS III localizado no município de Criciúma, Santa Catarina. Foram avaliados 485 prontuários de pacientes com diagnóstico de EZ, TB e TDM. O grupo EZ representa 32,7% da amostra, TDM 26,5%, TB 16,2% e outros transtornos 25,15%. As interações medicamentosas &nbsp;graves acometeram 53% na EZ, 52,7% no TDM e 46,8% no TB. Um total de 84 pacientes fizeram tentativa de suicídio, sendo que o grupo com TDM sobressaiu-se entre os demais com 28,6%, seguido dos outros transtornos com 23,1%, sendo TB com 16,4% e EZ com 5,1%. O principal motivo em todos os grupos foi <span style="text-decoration: line-through;">&nbsp;</span>surto e o principal método de suicídio foi envenenamento. A EZ foi transtorno mais acometido com interações graves, mesmo com todos os transtornos apresentando essas interações. A tentativa de suicídio entre os transtornos também é elevada, sendo a TDM o transtorno com mais tentativas.</p> Louyse Damázio, Michels, Amanda, Cássia, Gabrielly R icken da Silva, Alexandra Ioppi Zugno Copyright (c) //tempus.unb.br/index.php/tempus/article/view/3071 CONHECIMENTO SOBRE ALIMENTAÇÃO INFANTIL DE ENFERMEIROS DA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA DE UMA REGIÃO DE SAÚDE NO ESTADO DA PARAIBA //tempus.unb.br/index.php/tempus/article/view/3070 <p>O conhecimento sobre alimentação infantil da população e dos profissionais de saúde é um determinante importante das práticas de amamentação. O estudo teve como objetivo avaliar o conhecimento sobre alimentação infantil de enfermeiros da Estratégia Saúde da Família do estado da Paraíba e sua associação com características demográficas e profissionais. A pesquisa tem delineamento transversal, na qual foi aplicado um questionário validado, adaptado, para verificar o conhecimento dos enfermeiros sobre alimentação infantil. O grau de conhecimento sobre alimentação infantil foi expresso por meio de um <em>score</em> de 0-21. O teste t para amostras independentes foi usado para verificar diferenças na Média ± Desvio Padrão do grau de conhecimento segundo perfil demográfico e profissional. A maioria dos enfermeiros era de idade ≤ 40 anos, não tinha participado de capacitação sobre alimentação infantil e não estava comprometido com a Estratégia Amamenta e Alimenta Brasil. O período de aleitamento materno exclusivo e o melhor substituto do leite materno na impossibilidade da amamentação se destacaram como conhecimentos positivos. Contudo, a concepção de aleitamento materno predominante e a recomendação sobre os grupos alimentares que devem estar presentes no almoço a partir dos seis meses apresentaram menores acertos. O grau de conhecimento dos enfermeiros foi de 15,0 ± 2,95, com maior <em>score</em> naqueles com idade ≤ 40 anos (p = 0,019).&nbsp; Conclui-se, o conhecimento dos enfermeiros sobre alimentação infantil é adequado em relação ao aleitamento materno exclusivo, mas inadequado para o aleitamento materno predominante e a introdução alimentar recomendada a partir dos seis meses de idade.</p> Andressa Názara Lucena de Melo, Liliane, Dixis Copyright (c) //tempus.unb.br/index.php/tempus/article/view/3070 Perfil dos internados por COVID-19 em região de saúde do DF: uma análise dos dados de 2020 //tempus.unb.br/index.php/tempus/article/view/3069 <p>Refere-se a um estudo descritivo com o propósito de caracterizar o perfil dos indivíduos residentes na região de saúde Centro-Sul do DF, que foram internados na rede de saúde do DF, em decorrência da COVID-19, no ano de 2020. Foram analisados dados obtidos através do SIVEP-GRIPE, considerando variáveis sociodemográficas e de morbidade. Entre os 1.134 casos analisados, 75% possuíam fatores de risco para o desenvolvimento da forma grave da infecção por SARS-CoV-2, destes, 68% eram cardiopatas e 49% diabéticos. Observou-se a associação entre essas comorbidades e o agravamento da doença.</p> <p><strong>Palavras-Chave: Comorbidade, COVID-19, Cardiopatia, Diabetes, Perfil de Saúde.</strong></p> DALILA OLIVEIRA Copyright (c) //tempus.unb.br/index.php/tempus/article/view/3069