Tempus – Actas de Saúde Coletiva https://tempus.unb.br/index.php/tempus <p><strong>Tempus – Actas de Saúde Coletiva</strong></p> <p><strong>ISSN 1982-8829</strong></p> pt-BR <p>A <strong>Tempus</strong> garante critérios rigorosos, por meio de avaliação sistemática. Os autores se responsabilizam pela veracidade e ineditismo do trabalho cabendo a eles a cessão de direitos de publicação à revista. A confiabilidade dos conteúdos e a marca própria de apresentação tem como objetivo uma comunicação personalizada, adaptada aos padrões da revista, na medida em que adota critérios de excelência exigidos por seus usuários e especialistas, considerando os rigores da comunicação científica. Os autores devem especificar sua contribuição individual na concepção, delineamento, execução do trabalho, análise ou interpretação dos dados, redação e aprovação final do manuscrito. Incluir Fontes de financiamento e de apoio logístico das pesquisas. Ao final da submissão do artigo, os autores devem enviar uma declaração de cessão de direitos de publicação à Revista TEMPUS , assinada e no formato PDF (Portable Document Format ): <a href="http://nesp.unb.br/images/M_images/modeloderesponsabilidade.pdf" target="_blank" rel="noopener"> Modelo da declaração de cessão de direitos.</a></p> revistatempusactas@gmail.com (Profa. Dra. Elmira Simeão) revistatempusactas@gmail.com (Equipe técnica) dom, 24 dez 2023 00:59:32 +0000 OJS 3.2.1.0 http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss 60 PLANEJAMENTO, MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO NA ATENÇÃO BÁSICA https://tempus.unb.br/index.php/tempus/article/view/3357 <p><strong>Resumo</strong></p> <p><strong>Objetivo:</strong><span style="font-weight: 400;"> Descrever os instrumentos de gestão usados na APS e os resultados após um ano de gestão em duas Unidades Básicas de Saúde. </span><strong>Método:</strong><span style="font-weight: 400;"> Pesquisa descritiva que detalha o processo e os instrumentos utilizados para Planejamento, Monitoramento e Avaliação em Saúde na GSAP 2 do Itapoã em 2023. </span><strong>Desenvolvimento:</strong><span style="font-weight: 400;"> A gestão eficaz da saúde requer instrumentos específicos de planejamento, monitoramento e avaliação adaptáveis à lógica do SUS, sendo essenciais para a qualidade dos serviços. O Planejamento Estratégico Situacional foi utilizado na GSAP para definição do Plano de Ação. No monitoramento deste plano, foram acompanhados 26 indicadores em gestão participativa. Os resultados mostram que 52% das ações foram concluídas, destacando-se a Vigilância como tema mais trabalhado, com destaque ao avanço do indicador do Previne Brasil relacionado ao tema. </span><strong>Conclusão:</strong><span style="font-weight: 400;"> A abordagem adotada pela GSAP na gestão baseada em informações estratégicas, demonstrou ser eficaz para promover a melhoria dos serviços de saúde prestados à comunidade, através dos resultados obtidos nos indicadores.</span></p> <p><span style="font-weight: 400;">Palavras chave: Atenção Primária à Saúde; Planejamento Estratégico; Avaliação em Saúde; Indicadores de Gestão.</span></p> Camila Karine da Silva Serafim Copyright (c) https://tempus.unb.br/index.php/tempus/article/view/3357 COMPETÊNCIAS DO PROFISSIONAL SANITARISTA DE UM PROGRAMA MULTIPROFISSIONAL EM ATENÇÃO BÁSICA https://tempus.unb.br/index.php/tempus/article/view/3341 <p><strong>RESUMO: </strong><span style="font-weight: 400;">O debate sobre a formação em Saúde Coletiva no nível de graduação no Brasil teve origem nas últimas décadas do século XX, impulsionado pelo movimento da Reforma Sanitária e pelas demandas do Sistema Único de Saúde (SUS). Inicialmente, a Saúde Coletiva era abordada em disciplinas e cursos de pós-graduação, consolidando-se como graduação em 2008. Desde então, vários cursos foram criados, e o profissional sanitarista foi reconhecido na Classificação Brasileira de Ocupações em 2017.A metodologia do estudo incluiu a análise de competências do Council on Education for Public Health (CEPH) e do Marco Regional de Competências Essenciais em Saúde Pública (MRCESP). O processo, iniciado em novembro de 2022, resultou na identificação de competências em gestão, atenção à saúde e educação em saúde para o profissional sanitarista. Os resultados categorizam competências relacionadas à gestão em saúde, atenção à saúde e educação em saúde, com produtos específicos a serem desenvolvidos ao longo da residência. O documento visa orientar o desenvolvimento contínuo do profissional sanitarista, contribuindo para avanços na saúde pública no Brasil.</span></p> Camila Karine da Silva Serafim, Igor Rodrigues Marques, Amanda Kellen Pereira da Silva, João Gabriel Cunha de França Copyright (c) https://tempus.unb.br/index.php/tempus/article/view/3341 Regionalização em Saúde e a Educação Permanente: revisão da literatura https://tempus.unb.br/index.php/tempus/article/view/3354 <p>O presente artigo tem como objetivo explorar, na produção científica de 2019 a 2022, a articulação entre o princípio doutrinário do SUS - Regionalização e o pressuposto teórico/metodológico da Educação Permanente. Trata-se de uma revisão bibliográfica em bases de dados científicas, com predomínio de artigos publicados em 2019 e 2021, no Brasil na Literatura Latino-Americana e do Caribe (LILACS) e <em>Medical Literature Analysis and Retrieval System Online </em>(Medline) e estudos com abordagem qualitativa. O foco dos estudos está mais relacionado à Regionalização em Saúde e aos potenciais e desafios para sua implementação, sendo a abordagem da educação permanente incipiente. Os estudos indicam as diversas potencialidades e desafios que perpassam as instâncias de governança e financiamento, quer da ordem federal, estadual e/ou municipal, com destaque para o desafio da equidade territorial a ser enfrentado para a concretização da diretriz da integralidade no SUS. Ainda que os artigos não indiquem relação direta da proposta de Regionalização com pressupostos teóricos-conceituais da Educação Permanente em Saúde, há evidências da importância de que trabalhadores da saúde reflitam sobre seu processo de trabalho, para além da atenção à saúde, incluindo as dimensões de gestão e educacional.</p> Cinthia Costa, Sueli Sampaio, Aniara Corrêa, Luana Tironi, Samuel Brauer Copyright (c) https://tempus.unb.br/index.php/tempus/article/view/3354 RELAÇÃO ENTRE AUTOAVALIAÇÃO DA SAÚDE BUCAL, FUNCIONALIDADE E COMORBIDADES 12 MESES APÓS A ALTA EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA COVID-19 https://tempus.unb.br/index.php/tempus/article/view/3353 <p><strong>Introdução: </strong>A pandemia da COVID-19 teve um impacto significativo na saúde bucal dos indivíduos, que se manifestou por meio de uma série de problemas orais e comorbidades relacionadas. Além disso, os sintomas associados à COVID-19 também contribuíram como um desafio na manutenção adequada da higiene bucal. Desse modo, este estudo analisa a relação entre funcionalidade e comorbidades com a Autoavaliação da Saúde Bucal em pacientes graves recuperados da COVID-19 após 12 meses da alta da UTI. <strong>Metodologia:</strong> realizou-se um estudo transversal e analítico, com abordagem quantitativa, com dados sociodemográficos, clínicos, de Autoavaliação de Saúde Bucal e escala de Whodas 2.0 de pacientes (N=32) egressos na UTI do HURCG no período de março de 2020 a março de 2021 e com alta hospitalar de no mínimo 12 meses antes da coleta de dados. A análise foi realizada por meio da Mineração de Dados em um processo de Knowledge Discovery in Databases (KDD) e pela correlação de Spearman. <strong>Resultados: </strong>Dos 32 pacientes incluídos no estudo 8 foram considerados incapacitados. Os resultados dos testes sugerem a falta de diferenças significativas entre Autoavaliação de Saúde Bucal relacionado com a incapacidade do indivíduo (p=0,7631). <strong>Conclusão:</strong> Não apresenta correlação significativa a Autoavaliação de Saúde Bucal com a incapacidade, o que pode ser explicado através da teoria do paradoxo da deficiência e teoria da comparação.</p> <p><strong>Palavras-chave: </strong>avaliação da deficiência; saúde bucal; comorbidade; COVID-19.</p> <h1>&nbsp;</h1> <p>&nbsp;</p> Ana Paula Abujamra Alves Pinto Copyright (c) https://tempus.unb.br/index.php/tempus/article/view/3353