Tempus Actas de Saúde Coletiva //tempus.unb.br/index.php/tempus As Diretrizes de Avaliação da TEMPUS consideram inicialmente o foco da revista (com destaque para epidemiologia; saúde e sua discussão nas ciências sociais e humanas; educação e promoção da saúde; Bioética, tecnologia da informação em saúde, comunicação c pt-BR A <b>Tempus</b> garante critérios rigorosos, por meio de avaliação sistemática. Os autores se responsabilizam pela veracidade e ineditismo do trabalho cabendo a eles a cessão de direitos de publicação à revista. A confiabilidade dos conteúdos e a marca própria de apresentação tem como objetivo uma comunicação personalizada, adaptada aos padrões da revista, na medida em que adota critérios de excelência exigidos por seus usuários e especialistas, considerando os rigores da comunicação científica. Os autores devem especificar sua contribuição individual na concepção, delineamento, execução do trabalho, análise ou interpretação dos dados, redação e aprovação final do manuscrito. Incluir Fontes de financiamento e de apoio logístico das pesquisas. Ao final da submissão do artigo, os autores devem enviar uma declaração de cessão de direitos de publicação à Revista TEMPUS , assinada e no formato PDF (Portable Document Format ): <a target="_blank" href=http://www.nesp.unb.br/images/M_images/modeloderesponsabilidade.pdf> Modelo da declaração de cessão de direitos.</a> valeriamendonca@gmail.com (Profa. Dra. Ana Valéria Machado Mendonça (Editora Executiva)) jcesar@unb.br (Prof MSc Júlio César Cabral) Sex, 03 Jul 2020 07:42:12 +0000 OJS 3.2.1.0 http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss 60 Perfil epidemiológico da sífilis gestacional e congênita no Distrito Federal, 2009 a 2018 //tempus.unb.br/index.php/tempus/article/view/2815 Objetivo: Traçar o perfil epidemiológico da Sífilis gestacional e congênita no Distrito Federal-DF. Métodos: Trata-se de um estudo descritivo, retrospectivo, utilizando dados secundários com abordagem quantitativa. A amostra é composta de gestantes com sífilis gestacional e crianças com sífilis congênita confirmada e notificada, residentes do DF entre 1 de janeiro de 2009 e 31 de dezembro de 2018. Os dados foram coletados a partir das fichas de notificação do SINAN (Sistema de Informação de Agravos de Notificação), disponíveis em http://indicadoressifilis.aids.gov.br/. Resultados: Nossos resultados demonstram que os casos de sífilis gestacional e congênita vem aumentando substancialmente no DF, e o perfil das gestantes acompanha o que foi descrito em outros estudos. Conclusão: A partir dos nossos resultados, evidencia-se a necessidade de políticas públicas direcionadas para a população mais afetada, com atuações em prevenção e promoção de saúde. Descritores: Sífilis congênita, Sífilis gestacional, DST, Perfil epidemiológico. Gabriela Sophia Rodrigues e Sousa, Giovanna Silva Azevedo, Vitória Bandeira Franco Costa, Wennder Telles Silva, Igor Fernando Satin de Oliveira, Vitor Tenorio Copyright (c) //tempus.unb.br/index.php/tempus/article/view/2815 GEORREFERENCIAMENTO DOS CASOS DE TUBERCULOSE EM RONDÔNIA //tempus.unb.br/index.php/tempus/article/view/2814 O georreferenciamento é uma importante ferramenta para identificar como tem ocorrido a distribuição espacial dos casos e auxiliar na definição de estratégias para o controle de uma doença. Neste sentido, este estudo teve como objetivo analisar o georreferenciamento dos casos de tuberculose (TB) em Rondônia, no período entre 2008 a 2018. Trata-se de um estudo ecológico com abordagem quantitativa realizado no estado, a partir dos registros dos doentes de TB notificados no SINAN e tratados em Rondônia no período supracitado. A coleta de dados foi realizada por meio do levantamento das variáveis (município de notificação, município de residência, município de tratamento e situação de encerramento) no SINAN e, posteriormente, realizado análise espacial no Tabwin, após atender aos preceitos éticos. No período entre 2008 a 2018, 7.643 casos foram selecionados por atenderem os critérios previamente estabelecidos. Destes, a maioria foi notificada na Região Madeira Mamoré (67,5%), principalmente em Porto Velho. Quando comparado o município de notificação e residência verificou-se centralização das notificações e tratamento da TB diferentes do município de residência, refletindo nas situações de encerramento, tais como baixos percentuais de cura e elevado para abandono. Esses achados são determinados pelas especificidades locais e pelo próprio processo de gestão em não priorizar, dentro do planejamento de saúde, ações voltadas para o controle da TB. Nathalia Halax Orfão, Tatiane Cabral Siqueira, Gisele Aparecida Soares Cunha de Souza, Nilda de Oliveira Barros Copyright (c) //tempus.unb.br/index.php/tempus/article/view/2814 Experiências de interprofissionalidade na formação em saúde: Uma revisão de escopo //tempus.unb.br/index.php/tempus/article/view/2813 O objetivo desse estudo foi realizar uma revisão de escopo afim de descrever e analisar as experiências de práticas multiprofissionais na formação em saúde, envolvendo estudantes de graduação e/ou educadores e/ou profissionais de saúde no território brasileiro. Este estudo caracteriza-se como revisão de escopo, que é concebida como uma técnica para mapear os estudos mais relevantes relacionados a uma determinada temática, esse tipo de revisão é utilizado para sintetizar informações. O levantamento bibliográfico localizou 1.664 resultados, após a triagem, restaram 23 artigos para compor a revisão. A leitura dos artigos forneceu substratos para construção das seguintes unidades temáticas: Projetos Pedagógicos de Curso, Currículos e Políticas Indutoras de Reorientação da Formação em Saúde: sobre as práticas didático-pedagógicas e a interprofissionalidade na formação; Limites e potencialidades das experiências para a interprofissionalidade: A comunicação interprofissional como potência na formação. O estudo revelou que as experiências de interprofissionalidade vividas pelos estudantes, possibilitou uma formação mais crítica, integral, melhora e qualificação da escuta, empatia e vínculo com os usuários dos serviços de saúde, com profissionais dos locais de prática, bem como entre os docentes. E ressaltou que os currículos que adicionaram a interprofissionalidade de forma estrutural, foram capazes de promover uma formação diferenciada e indiretamente beneficiar a sociedade. Doralice Batista das Neves Ramos, Claudia March, Lorrany Costa Freitas , Kátia Ayres Copyright (c) //tempus.unb.br/index.php/tempus/article/view/2813 IMPLANTAÇÃO DO NÚCLEO DE APOIO À SAÚDE DA FAMÍLIA //tempus.unb.br/index.php/tempus/article/view/2812 Introdução: a criação do Núcleo Ampliado de Saúde da Família e Atenção Básica (NASF-AB) permitiu uma atenção qualificada a hipertensos e diabéticos da Estratégia de Saúde da Família (ESF) do Brasil, mas ainda conta com fragilidades em torno de sua implantação. Objetivo: avaliar a implantação do Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF-AB) em relação às suas ações de alimentação/nutrição e atividade física/práticas corporais na atenção a hipertensos e diabéticos na ESF de Petrolina– PE. Metodologia: Trata-se de um estudo avaliativo de análise de implantação do tipo 1b, que identificou a influência de fatores contextuais políticos e estruturais no Grau de Implantação (GI) do NASF-AB. Resultados: Os resultados identificaram que o GI e suas dimensões – estrutura e processo – estão parcialmente implantados. O processo é influenciado favoravelmente por fatores políticos como conhecimento acerca do NASF-AB, instituição de parcerias, ampliação de responsabilidades e inovação nas práticas. Por sua vez, a estrutura é influenciada desfavoravelmente por fatores como a estrutura física das unidades de saúde, clima de equipe, vínculos profissionais e investimentos no NASF-AB. Conclusão: A implantação parcial revela a necessidade de superar fortes obstáculos para que esta política consiga induzir melhoras efetivas no cuidado com hipertensos e diabéticos na ESF. Adenilson Gomes, Petrônio José de Lima Martelli, Eduarda Ângela Pessoa Cesse, Mariana Farias Gomes, Rebecca Soares de Andrade Fonseca dos Santos, Maria Bernadete Ribeiro Chagas Copyright (c) //tempus.unb.br/index.php/tempus/article/view/2812