//tempus.unb.br/index.php/tempus/issue/feed Tempus – Actas de Saúde Coletiva 2023-01-31T19:01:02+00:00 Profa. Dra. Elmira Simeão revistatempusactas@gmail.com Open Journal Systems <p><strong>Tempus – Actas de Saúde Coletiva</strong></p> <p><strong>ISSN 1982-8829</strong></p> //tempus.unb.br/index.php/tempus/article/view/3093 Método Canguru na Analgesia em Prematuros de Unidade de Terapia Intensiva Neonatal: Revisão Integrativa 2023-01-31T19:01:02+00:00 Caroline de Medeiros caroline27.cdm@gmail.com Ana Luiza dos Santos Fiebrantz analu.fiebrantz@gmail.com Dayana Solek Ferreira dayana.solek.200114@gmail.com Marcos Garcia de Souza marcosgsouza08@gmail.com Nataly Alves Cuduh nathycuduh18@gmail.com Arlete Ana Motter arlete.motter@gmail.com <p>O estudo tem como objetivo sistematizar o conhecimento científico a respeito dos impactos do Método Canguru no alívio da dor de recém-nascidos prematuros de Unidade de Terapia Intensiva Neonatal. A pergunta norteadora foi: “Qual o impacto do Método Canguru para aliviar a dor de prematuros em Unidade de Terapia Intensiva Neonatal?”. A pesquisa bibliográfica foi realizada na base de dados ScienceDirect no período de 2016 a 2021, incluindo artigos em inglês, envolvendo o Método associado à avaliação da dor de neonatos e estudos que abordam a experiência de pais/profissionais da saúde com relação à dor e ao uso do Método Canguru como intervenção. Foram incluídos 19 artigos. O Método Canguru foi destacado como<br>eficaz no alívio da dor em 14 artigos, 6 o recomendaram durante a realização de procedimentos invasivos, 4 artigos identificaram as demandas dos profissionais de saúde, pontuando as dificuldades de implementação do Método e os benefícios percebidos pela equipe, e 7 artigos abordaram sobre a visão das mães/pais acerca do Método Canguru e os benefícios obtidos com a prática. Conclui-se que o Método Canguru é uma medida não farmacológica eficaz para o<br>alívio da dor de prematuros. Os bebês apresentaram aumento de estabilidade fisiológica, redução de infecção e aumento do aleitamento materno. A proximidade física e emocional proporcionada também é benéfica aos pais, aumenta o vínculo mãe-bebê e o aleitamento materno. Os enfermeiros apontaram falta de tempo e alta demanda de trabalho como dificuldades para a aplicação da intervenção.</p> Copyright (c) //tempus.unb.br/index.php/tempus/article/view/3092 Conhecimentos e Atitudes sobre dengue, zika e chikungunya em municípios das cinco macrorregiões brasileiras 2023-01-30T21:17:36+00:00 Juliana Santos Moreno morenojulianasantos@gmail.com Luana Dias da Costa luanadias02@gmail.com Cláudio Fortes Garcia Lorenzo claudiolorenzo.unb@gmail.com Natália Fernandes de Andrade natalia.fandrades@gmail.com Ana Valéria Machado Mendonça valeriamendonca@gmail.com <p>Nos últimos anos, ocorreu um aumento da disseminação global das arboviroses devido a fatores como: aumento da população, urbanização descontrolada, aumento da temperatura e mudanças nos padrões de precipitação. No Brasil o aumento da incidência deu-se, sobretudo, em dengue, zika e chikungunya. <strong>Metodologia</strong>: Realizou-se um estudo observacional de natureza quantitativa, visando-se analisar os Conhecimentos e Atitudes associados à prevenção dessas arboviroses nas comunidades de 15 municípios brasileiros. <strong>Resultados</strong>: Os dados encontrados foram apresentados em duas partes: (1) dados sociodemográficos e questões relacionadas ao abastecimento de água e à coleta de lixo; (2) Conhecimentos e Atitudes sobre dengue, zika e chikungunya. Em todas as macrorregiões, mais de 90% dos participantes disseram ter coleta regular de lixo no bairro onde moram, demonstrando progresso quanto à destinação dos resíduos sólidos. <strong>Considerações finais</strong>: Os Conhecimentos não refletem em verdadeiras Atitudes, evidenciando certo descompasso entre o que se conhece a respeito das doenças e os comportamentos desenvolvidos para o combate e a prevenção. Faz-se necessária a incorporação dos hábitos e dos comportamentos e a valorização dos conhecimentos das comunidades em projetos que tornem os sujeitos protagonistas de sua própria situação de saúde.</p> Copyright (c) //tempus.unb.br/index.php/tempus/article/view/3090 PERFIL E PRÁTICAS DOS ENFERMEIROS DA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE: RELATOS DA REGIÃO SUL, BRASIL 2023-01-30T23:52:52+00:00 Daniela Savi Geremia daniela.savi.geremia@gmail.com Larissa Hermes Thomas Tombini larissa.tombini@uffs.edu.br Letícia Becker Vieira lebvieira@hotmail.co Carlise Rigon Dalla Nora carlise.nora@ufrgs.br Beatriz Rosana Gonçalves de Oliveira Toso beatriz.oliveira@unioeste.br <p>Esse relato de experiência apresenta a caracterização do perfil dos enfermeiros e um breve recorte das práticas dos enfermeiros que atuam na Atenção Primária Saúde (APS), a partir da condução da pesquisa na região Sul do Brasil. Para este relato foi utilizado a base de dados do projeto multicêntrico intitulado “Práticas de Enfermagem no Contexto da Atenção Primária à Saúde: Estudo Nacional de Métodos Mistos”. A equipe da pesquisa na região sul foi conduzida por pesquisadores e estudantes de graduação e pós-graduação vinculados às instituições públicas de ensino e pesquisa e os Conselhos Regionais de Enfermagem. Na etapa qualitativa, na região Sul, participaram do estudo 174 enfermeiros. Destes, 74 (42,5%) eram do estado do Paraná, 59 (33,9%) do Rio Grande do Sul e 41 (23,5%) de Santa Catarina. Na etapa quantitativa, participaram desta etapa 1.323 enfermeiros que atuam na APS há mais de 3 anos nos estados da região sul. Foram identificadas aspectos socioeconômicos, formação profissional e condições de emprego, trabalho e renda. As vivências entre estudantes e pesquisadores na condução da pesquisa em período de pandemia foi desafiadora pela inovação nas formas de coletar de dados e pela relação de fragilidade emocional e física de todos os envolvidos. Contudo, permitiu compreender o perfil das práticas dos enfermeiros e alertou para o caráter essencial do processo de trabalho preconizado neste ponto de atenção, em especial das ações e da responsabilidade sanitária que o profissional enfermeiro assume com protagonismo na APS.</p> Copyright (c) //tempus.unb.br/index.php/tempus/article/view/3089 O PAPEL DOS MOVIMENTOS SOCIAIS PARA ENFRENTAMENTO DAS ARBOVIROSES 2023-01-19T17:40:47+00:00 Felipa Rafaela Amadigi felipaamadigi@yahoo.com.br Gabriela Falconi Vieira Gonçalves falconigabi@gmail.com Luiza Sheyla Evenni Porfírio Will Castro lsepwill@gmail.com Cristianne Maria Famer Rocha rcristianne@gmail.com Rosani Ramos Machado rosani.ramosmachado57@gmail.com Vitoria Davi Marzola vitoria.ufsc@gmail.com Ana Valéria Machado Mendonça valeriamendonca@gmail.com <p><strong>Contextualização:</strong><span style="font-weight: 400;"> As arboviroses são doenças causadas por arbovírus, ou seja, vírus que são transmitidos aos hospedeiros (geralmente, mosquitos e carrapatos) e deles para humanos, através da picada. Essas doenças são motivos de grandes preocupações em saúde pública mundial e, dentre os arbovírus mais importantes para a saúde humana, estão os transmitidos por insetos (culicídeos), especialmente dos gêneros </span><em><span style="font-weight: 400;">Culex</span></em><span style="font-weight: 400;"> e </span><em><span style="font-weight: 400;">Aedes</span></em><span style="font-weight: 400;">. </span><strong>Objetivo: </strong><span style="font-weight: 400;">Conhecer as percepções e práticas dos movimentos sociais frente o combate às arboviroses (Dengue, Zika e Chikungunya). </span><strong>Metodologia: </strong><span style="font-weight: 400;">Trata-se de uma pesquisa qualitativa descritiva exploratória, que teve como participantes 8 lideranças comunitárias dos bairros com maior número de focos do </span><em><span style="font-weight: 400;">Aedes</span></em><span style="font-weight: 400;">, na cidade de Florianópolis, SC. Os dados foram levantados por entrevistas semiestruturadas realizadas em formato online, via Google Meet, e analisadas segundo a técnica do discurso do sujeito coletivo (aprovada pelo CEP-UnB, Parecer: 3.171.817, CAAE: 75119617.2.0000.0030).&nbsp; </span><strong>Resultados: </strong><span style="font-weight: 400;">Os resultados foram organizados em 4 categorias temáticas: Reconhecimento das arboviroses como um problema de saúde pública, Atividades desenvolvidas pelos movimentos no enfrentamento das arboviroses, Ações partilhadas com a unidade de saúde, e Desafios ao enfrentamento das arboviroses. Observou-se que os participantes apresentaram conhecimento satisfatório acerca da temática das arboviroses. Foram identificadas algumas fragilidades, tais como a precariedade de fiscalização por parte do setor público e a baixa participação popular em ações de educação e combate às arboviroses. </span><strong>Conclusão:</strong><span style="font-weight: 400;"> Os resultados apontam satisfatório conhecimento por parte das lideranças e apresentam vontade de aprimoramento das ações desenvolvidas pelas mesmas junto à comunidade contra o vetor das arboviroses. </span></p> Copyright (c)